Vacinação Infantil contra poliomielite

Fabiana Pardini Blanco

A segunda etapa da campanha nacional de vacinação infantil contra poliomielite seguiu tranquila na manhã de sábado, no posto volante da Praça das Bandeiras. Havia três enfermeiras, uma pessoa para cuidar do lado administrativo e alguns voluntários do Rotary. O posto funcionou das 8 às 17 horas e distribuíram bexigas e chaveiros para as crianças.

A enfermeira do posto Kátia dos Santos Lemos informa que receberam 300 doses da vacina e que a expectativa é de dar mais de 100 doses.  A campanha foi apenas no sábado, mas para quem perdeu é só ir à policlínica de sua cidade.

Crianças menores de cinco anos podem tomar, não causa nenhum efeito colateral, embora tenha algumas recomendações para crianças com febre, imunodeficiência ou para quem teve alguma reação da vacina anterior.

A dose é dada mesmo sem a carteirinha de vacinação, porém, recomenda-se aos pais que a leve para que as enfermeiras possam olhar se falta alguma e encaminhar para alguma policlínica.

“Muitas pessoas nos perguntam por que tem essa campanha, já que no Brasil não tem muitos casos de poliomielite. O objetivo da campanha é evitar a reintrodução do vírus que circula em outros países, pois a cidade de Santos recebe muitos turistas”, finaliza Kátia.

A advogada do Rotary do Gonzaga Vera Lúcia Mauton diz que o intuito é vacinar o maior número de crianças, conscientizar os pais e tentar acabar com a pólio no mundo. Além disso, fala que não foi programada nenhuma atividade para as crianças no posto da Praça das Bandeiras, mas que era possível o Zé Gotinha passar por lá no período da tarde.

O aposentado Sérgio Sarkis Giuselhan explica que foi fazer compras no Gonzaga e aproveitou para vacinar seu filho. “Meu filho tem medo de médicos porque pegou infecção na ultima vez que foi a um, mas o trouxe mesmo assim”.

A dona de casa Fabíola Biase Mendes Silva admite que não sabia do posto de vacinação móvel e que procura deixar a vacinação de seus filhos sempre em dia. Já a atendente de cabeleireiro Janaina Lourenço foi ao local apenas para a vacinação, pois mora perto e diz que os postos móveis facilitam a manter as vacinas em dia.

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